Vitiligo é um distúrbio crônico da pele que se caracteriza pela formação de manchas brancas bem delimitadas no corpo. Essa descoloração ocorre devido à destruição das células que produzem melanina.
Ainda não se sabe exatamente a causa da doença, mas alguns fatores de risco incluem histórico familiar, doenças autoimunes, hipotireoidismo, anemia por deficiência de vitamina B12 e alopecia areata.
A condição afeta cerca de 1% da população mundial, atingindo igualmente homens e mulheres. Embora possa surgir em qualquer idade, mais da metade dos casos aparecem antes dos 20 anos.
Vitiligo é uma doença de pele caracterizada pela despigmentação. Diversas áreas do corpo tornam-se esbranquiçadas devido à destruição dos melanócitos pelas células de defesa do corpo.
Os melanócitos são responsáveis pela produção de melanina, que dá cor à pele. Ainda não se sabe exatamente por que o organismo ataca essas células.
As alterações podem aparecer em ambos os lados do corpo e afetar pelos, além do interior da boca e do nariz.
Apesar de não ser uma doença transmissível, o quadro tende a impactar a vida do indivíduo. As mudanças na aparência podem gerar estigmas, levando a baixa autoestima e ansiedade.
O principal sintoma do vitiligo são as manchas bem delimitadas na pele, que variam em tamanho e localização.
Alguns pacientes relatam dor e sensibilidade nas áreas de despigmentação.
Os sintomas cutâneos frequentemente acompanham questões emocionais, como medo, insegurança e preocupação, podendo evoluir para depressão. Por isso, muitas vezes, é necessária a participação de uma equipe multidisciplinar no tratamento do vitiligo.
O tratamento é direcionado a cada caso. Quando descoberto precocemente, é possível regredir as manchas.
Geralmente, as despigmentações nas extremidades, como pés, mãos, joelhos e cotovelos, são as mais difíceis de tratar.
O objetivo do tratamento é estabilizar o quadro, interromper o aumento das lesões e repigmentar a pele.
Entre as opções terapêuticas, podemos citar:
Alguns cuidados gerais com a pele podem ajudar a prevenir o vitiligo. Sabe-se que o fator genético tem grande influência, por isso, se você tem histórico familiar da doença, fique atento.
Evitar fatores que possam causar lesões, como roupas apertadas que provoquem atrito na pele, e a exposição solar é essencial. Além disso, controlar o estresse pode ajudar.
Essas recomendações também são adequadas para pacientes em tratamento, que devem contar com acompanhamento psicológico para prevenir distúrbios emocionais.
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